Destaques

15 de fevereiro de 2019

As fotos mais incríveis de 2018

Todos os anos, a revista norte-americana, National Geographic seleciona as fotografias que mais causaram impacto. Os fotógrafos têm a oportunidade de inscreverem suas fotografias para avaliação em três categorias, "vida selvagem", "pessoas" e "lugares", podendo ser tiradas de qualquer lugar do mundo.

A seguir, veja as fotos que mais me chamaram atenção e que selecionei para mostrar à vocês. Para ver a lista completa, clique aqui e seja direcionado para o site da National Geographic.












12 de fevereiro de 2019

Sobre 2018 e seus ensinamentos


Esse foi um ano bem louco. Eu comecei o ano fingindo ser forte e não me abalar com nada, guardando sentimentos, não me importando com as pessoas ao meu redor. Tentando focar apenas em mim, em ser feliz sozinha, em ficar perto dos amigos que somam e longe das pessoas que me faziam mal. Comecei o ano sendo uma pessoa e agora sou uma pessoa diferente.

Não sei dizer ao certo se me arrependo dos caminhos que segui e das escolhas que tomei. Prefiro acreditar que tudo que aconteceu teve um motivo, cada pequeno detalhe, até mesmo o soprar do vento no meu cabelo em um domingo de manhã não aconteceu apenas por acaso. Tudo, absolutamente tudo, teve um motivo. Talvez assim, as coisas que não aconteceram como o planejado, não despedacem meu coração.

Em 2018, eu tive novamente a experiência de morar sozinha. Dessa vez a responsabilidade era bem maior, afinal tinha que dar conta da faculdade, do estágio, pagar contas, me alimentar, cuidar da saúde mental. E algumas vezes falhei em todas essas tarefas. Só queria fugir, queria voltar pra casa da minha mãe, me trancar dentro do meu quarto, ficar segura ali dentro e esquecer de todas as responsabilidades.

Mesmo querendo desistir, respirava fundo e seguia em frente. Esse ano sem dúvidas foi repleto de aprendizados, de novas experiências, novas amizades (algumas já se foram, mas deixaram marcas), mudanças positivas e negativas.

Todo final de ano costumo dizer isso, mas não deixa de ser uma verdade que gosto de sempre repetir. Espero, realmente que a Thaynara que estou entregando para 2019 seja uma pessoa melhor do que a de 2018. Que ela não desista, por mais que a vida pareça ser difícil.



17 de setembro de 2018

Por que escolhi o Jornalismo como profissão


Quando me perguntam por que escolhi o jornalismo, nunca sei o que responder.

Nunca fui uma pessoa muito comunicativa, desde criança preferia ficar horas lendo livros e escrevendo. Como não era muito boa com palavras usava a escrita para me expressar. Colocava em uma simples folha de papel todos os meus sonhos, alegrias, medos, descobertas, ali era um lugar onde a imaginação criava asas, aonde meus pensamentos não irão se perder.

Depois de me aventurar em um curso de exatas tive a certeza que meu lugar era em áreas criativas, em que eu pudesse mostrar quem sou e não me esconder atrás de números. Pensei comigo e cheguei à conclusão de que quero conquistar meu lugar na sociedade, sentir-me útil. Quero informar as pessoas, quero fazê-las pensar, questionar e mostrar suas opiniões.  Quero conhecer pessoas e histórias diferentes todos os dias. Quero aprender a cada dia coisas novas. Quero mostrar a realidade do mundo para as pessoas, pra que parem de olhar apenas para si. Quero ajudar as pessoas a pensarem fora da sua bola, quero ver cidadãos conscientes, quero ver cidadãos ajudando o próximo. Quero através da minha escrita fazer alguma diferença – mesmo que seja em uma única pessoa – e assim me tornar imortal. E foi desse que escolhi o jornalismo como profissão.

Sei que tenho um caminho muito longo a percorrer, estou apenas no começo. Ainda tenho muito que estudar, aprender e melhorar. Tenho consciência dos meus pontos fracos e tento melhorá-los. Até o final do curso ainda terei muitas noites mal dormidas, muitos pensamentos que não estou fazendo as coisas de forma certa, mas, nunca pensarei em desistir.



14 de setembro de 2018

5 filmes da netflix para chorar e se apaixonar

Por muito tempo reneguei meu gosto por filmes de romance adolescente. Achava que isso quebrava um pouco minha imagem de "doida que só assiste terror e filmes estranhos". Mas a netflix jogou tanto filme amorzinho que não pude mais resistir, fui assistindo um atrás do outro. Em cada filme me identificava com os personagens, chorava, sonhava e me apaixonava.

Filmes adolescentes normalmente são vistos como bem clichês (continuam sendo), mas causa uma sensação boa, você acaba voltando a sonhar que um amor aparentemente impossível pode acontecer e ser perfeito.

Listei meus 5 filmes de comédia romântica adolescente. Prepara a pipoca, pega a coberta, encontre a melhor posição para chorar e se apaixonar do começo ao fim!

SIERRA BURGESS É UMA LOSER 
         Foto: Reprodução/ Netflix
Título: Sierra Burgess Is a Loser 
Ano: 2018
Duração: 105 min
Gênero: Comédia, Romance
Elenco: Kristine FrosethNoah Centineo (Para todos os garotos que já amei; The Fosters), Shannon Purser (Stranger Things), RJ Cyler, Will Peltz, Lea Thompson, Alan Ruck, Loretta Devine, Chrissy Metz.

A trama é focada em Sierra Burgess, uma adolescente fora do “padrão” de beleza que a sociedade impõe, inteligente, introspectiva, nada popular. Sofre bullying no colégio, e como milhares de meninas se sente feia e invisível.

Sua vida amorosa acaba dando uma virada quando por engano, um menino lhe manda mensagens e assim começa um romance. Mas, ele achava que Sierra é outra pessoa e assim contando mentiras e fingindo ser outra pessoa para que o romance não acabe.

A BARRACA DO BEIJO
                                                                                                                     Foto: Reprodução/ Netflix
Título: The Kissing Booth
Ano: 2018
Duração: 105 min
Gênero: Comédia, Romance
Elenco: Joey King, Joel Courtney, Jacob Elordi.


Lee Flynn e Shelly Evans são melhores amigos e se conhecem desde que nasceram. Ela sente atração pelo irmão mais velho de Lee, o Noah, mas existe uma lista de regras na amizade deles. Não poder ficar com o irmão do amigo é uma das regras.

Mas tudo muda quando surge a tal barraca do beijo, onde Shelly e Noah se beijam na frente de todo mundo. Assim, começa um romance “proibido”, que precisa ser escondido para não machucar os sentimentos de Lee.

PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI
                                                                                                                     Foto: Reprodução/ Netflix
Título: To All The Boys I've Loved Before
Ano: 2018
Duração: 100 min
Gênero: Comédia dramática, Romance
Elenco: Lana Condor, Noah Centineo, Israel Broussard, Andrew Bachelor, Emilija Baranac.

O filme é uma adaptação da trilogia de livros da autora Jenny Han. Lara Jean é uma garota de 16 anos, que escreveu cartas para os garotos que sentiu algo além de amizade. O pequeno detalhe é que ela nunca as enviou, em um belo dia essas cartas são misteriosamente enviadas para seus respectivos destinatários.


O PLANO IMPERFEITO
                                                                                                                     Foto: Reprodução/ Netflix
Título: Set It Up
Ano: 2018 
Duração: 105 min
Gênero: Comédia, Romance
Elenco: Glen Powell, Lucy Liu, Taye Diggs, Zoey Deutch.


Harpier e Charlie trabalham como assistentes para dois executivos em Manhattan. Seus chefes vivem pelo trabalho e possuem um temperamento complicado para aguentar. Assim, os dois assistentes veem suas vidas transformando em um pequeno inferno.


Harpier e Charlie se juntam para elaborarem um plano, fazer com que seus superiores se apaixonem, para que assim fiquem mais tranquilos em relação ao trabalho.

SIMPLESMENTE ACONTECE
                                                                                                                          Foto: Reprodução/ Netflix
Título: Love, Rosie
Ano: 2015
Duração: 102 min
Gênero: Comédia dramática, Romance
Elenco: Lily Collins, Sam Claflin, Jaime Winstone, Christian Cooke, Suki Waterhouse.


Esse é sem dúvidas o meu filme favorito do gênero. Simplesmente acontece, mostra de forma linda, dramática e poética, o quanto não devemos nos abalar com as situações difíceis. Que algumas pessoas podem se afastar, irem embora, mas se existir um sentimento verdadeiro de ambas as partes, uma elas ficaram juntas, mesmo que isso demore para acontecer.

Na trama, Rosie e Alex são amigos de infância e ambos nutrem um mix de sentimentos que vai da amizade mais pura a um grande amor. Quando estão prestes a se formarem no high School, ambos tomam decisões que mudaram completamente suas vidas. Alex vai para outra cidade fazer faculdade, Rosie permanece em sua cidade porque está gravida.

12 de setembro de 2018

Queria ser Scherbatsky, mas sou Mosby



Ted Mosby é um dos protagonistas da série How I Met Your Mother. Ele é o típico personagem oito ou oitenta, você vai admirá-lo ou não vai tolerar nenhum pouco. Ted era muitas vezes visto como o apaixonado bobão, que ficava sempre na “ninguém me ama, ninguém me quer”, entrava de cabeça em relacionamentos falhos, se apaixonava todo momento e vivia fazendo estupidez. Mas ao longo da série conseguimos ver muito mais sobre o menino Mosby.

Sempre admirei a Robin, a força que ela tinha e os planos de carreira. Era uma mulher forte, livre, decidida, pronta para qualquer batalha, totalmente dona de si e que não pertence a ninguém. Muitas vezes ela parecia ser uma mulher frígida e sem coração, não ligava pros sentimentos dos caras que se relacionava, não sofria. Eu queria ser exatamente daquele jeito, afinal, ter que lidar com muitos sentimentos como o Ted não é uma tarefa fácil.

Descobri que sou mais parecida com Ted Mosby do que poderia imaginar. Não sei se isso é bom ou ruim, afinal é possível amá-lo ou odiá-lo em um piscar de olhos.

Ted é um ser extremamente apaixonado. Ele não mede esforços na busca do amor e a quem amar. Mesmo quando ele diz que não vai mais correr atrás, lá está ele fazendo tudo de novo, buscando pela "pessoa ideal". Ama incondicionalmente e não apenas de forma romântica. Ele ama seus amigos e demonstra isso de várias maneiras.

Ted é um ser persistente. Ele não apenas ama, ele persiste, entrega tudo de si. Ele sabe que palavras não valem muito, as atitudes sim. Ted transborda carinho, atenção, esforço, tempo, espaço, dedicação e respeito. E quando digo de respeito, é quando mesmo amando uma pessoa e ela quer ir embora, é preciso entender e deixá-la ir.

Ted sabia abrir seu coração e amar a pessoa até o fim. Amar mesmo após o fim. E amar mesmo depois de jurar não amar mais, pois não era correspondido. Mesmo depois da dor do coração partido, das crises de choro e do orgulho ferido, ele ainda levantava a cabeça e recomeçava.

Queria ser Scherbatsky, empoderada e não me abalar facilmente com os sentimentos. Mas se eu não fosse tão Mosby, literalmente não seria eu. Em tempos onde muitas pessoas são como a Robin, ser como o Ted não parece tão ruim.

"Nenhum de nós pode prometer ser perfeito. No final, tudo o que podemos fazer é prometer nos amarmos de todo coração. Porque amar é a melhor coisa que fazemos."






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